Ouvindo: Owl City – Fireflies
Posso dizer que é uma palavra presente em vários momentos de nossas vidas. Seria ótimo que pudéssemos nos acostumar com isso, mas é praticamente impossÃvel.
Neste momento, por exemplo, posso afirmar que sinto falta de inúmeras coisas; são pessoas, épocas, situações, estados de espÃrito, sentimentos…
Mas o que exatamente me incomoda ultimamente é a ausência de ausência. E não sei se posso descrever com clareza, o máximo que farei será uma tentativa.
É como se eu não me importasse com tudo que acontece à minha volta. Ausência de sentimentos. Por mais que eu pare para pensar o quão grave é a situação, ou o quanto eu deveria me incomodar, eu não me abalo. Não me emociono, nem me preocupo. E isto me incomoda.
Ao contrário do que muitos desejam, não me agrada estar alheia aos fatos que me atingem. Meu Deus, o que é mesmo que está acontecendo?
Sei que deveria me importar com toda essa contrariedade, e acho que talvez eu deva ter me acostumado a ser anulada, a ficar naquela do “tanto faz”. Sei também que posso até pensar que toda esta loucura esteja errada, e acabo me surpreendendo (já deveria ter me acostumado com isso e não me surpreender mais!) com a minha indiferença. É involuntário. É caótico. É errado. E é um incrÃvel escudo para dores de cabeça.

Ouvindo: O Teatro Mágico – Xanéu Nº5
Quero, quero, quero. Não quero, não quero, não quero. Não posso. Vai contra meus princÃpios.
Penso, penso, penso. Vazio. Nada. DaÃ, pensamentos simultaneamente vão voltando, como um balde de água fria. Quando penso, é perigoso. Não no sentido que eu vá fazer algo para alguém. É que temo chegar a conclusões tensas.
E aà o vazio, da imensidão talvez, tentando encontrar uma resposta.
Créditos da foto: isto-ica

Ouvindo: Nirvana – Come As You Are

Perfeito. Surpreendente. Maravilhoso. Um choque de realidade. Lágrimas do inÃcio ao fim. Quero MUITO o livro, mesmo sabendo que o final é diferente do filme. Recomendo muitÃssimo. Não assista se for muito sensÃvel, ou se não estiver disposto a chorar. olhaa*
E agora a falta súbita de léxico para descrever um filme cujo post já venho querendo fazer há três dias. Acho que é porque é indescritÃvel.
Em português, o filme se chama: Uma Prova de Amor. – A pequena Anna não é doente, mas bem que poderia estar. Por onze anos, ela foi submetida a inúmeras consultas médias, cirurgias e transfusões para que sua irmã mais velha Kate pudesse, de alguma forma, lutar contra a leucemia que a atingiu ainda na infância. Anna foi concebida para que sua medula óssea prorrogasse os anos de vida de Kate, papel que ela nunca contestou… até agora. Tal como a maioria dos adolescentes, ela está começando a questionar quem ela realmente é. Mas, ao contrário da maioria dos adolescentes, ela sempre teve sua vida definida de acordo com as necessidades da irmã. Então, Anna toma uma decisão que seria impensável para a maioria, uma atitude que irá abalar sua famÃlia.







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